segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017




FOTOS: Polícia Civil investiga queima de ônibus em Cerro Corá


A Delegacia de Polícia Civil de Currais Novos abriu um inquérito policial para investigar e descobrir quem são os autores que queimaram quatro veículos escolares da cidade, sendo três ônibus e um microônibus pertencentes ao município de Cerro Corá, na noite deste domingo (19). Os ônibus eram utilizados para transportar os moradores para as comunidades da cidade, além de estudantes às escolas do município e também ao IFRN de Currais Novos.
“Nossa equipe veio até a cidade, na manhã desta segunda-feira (20), para realizar a colheita dos depoimentos. Já começamos a oitiva de testemunhas e de alguns adolescentes que estavam próximos ao local do crime. Esperamos descobrir em breve, os autores do fato. Por enquanto, não podemos atrelar o crime a uma motivação política”, afirmou o delegado de Currais Novos, Paulo Ferreira.


Quadrilha armada explode carro-forte em Aracati, interior do Ceará


Uma quadrilha armada atacou um carro-forte na noite desta segunda-feira (20) na rodovia BR-304, no município de Aracati, interior do Ceará. Segundo o 1º Batalhão da Polícia Militar (BPM), o crime ocorreu na divisa do Ceará com o estado do Rio Grande do Norte.
Conforme a PM, os criminosos bloquearam a via utilizando um ônibus e trocaram tiros com os seguranças da empresa de segurança. Após o confronto, o bando teve acesso ao veículo e explodiu o cofre, que ficou em chamas. Logo depois do crime, os suspeitos conseguiram fugir.
Equipes da Polícia Militar de Aracati e municípios vizinhos foram acionadas para realizar buscas na região na tentativa de localizar os criminosos. Até o momento, porém, ninguém foi preso.
O Corpo de Bombeiros foi chamado ao local para conter as chamas no carro-forte. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) informou que a foi temporareamente bloqueada.


G1/CE

Rodrigo Maia diz que Câmara não deve votar novamente pacote anticorrupção

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou nesta segunda-feira que o projeto com as 10 medidas anticorrupção não deverá passar por nova votação na Casa. Na sexta-feira, Maia afirmou que cumpriria liminar do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), que determinou o retorno do projeto à Câmara e a volta da tramitação à estaca zero, com o texto original que recebeu apoio popular.
Mas, para Maia, a mera conferência de assinaturas por parte da Câmara já seria o suficiente para atender a decisão do ministro do Supremo:
– A Secretaria-Geral da Mesa confere as assinaturas, a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) valida, checa se o rito estiver correto, e a parte da Câmara estará superada – disse.
Questionado se devolveria então o projeto ao Senado após a conferência das assinaturas, Maia respondeu afirmativamente.
– Se tiver tudo certo, com certeza, porque o rito estará cumprido.
Questionado, o presidente da Câmara negou que seja necessária uma nova votação.
– Não, se o rito estiver todo correto, não há necessidade de ter outra votação da Câmara.
Maia disse ainda acreditar que isto atenderia o pedido de Fux na liminar.
– Acredito que sim. A preocupação dele era na origem. Se a origem está resolvida e se a CCJ confirma que todo o rito cumpriu o regimento e as leis, não vejo problema para ter que refazer a votação – afirmou.
A previsão de Maia é que nenhum desses trâmites ocorra antes do Carnaval.
PROJETO PARADO DESDE DEZEMBRO
Em dezembro do ano passado, o ministro Luiz Fux determinou que o pacote das 10 medidas anticorrupção, desfigurado pela Câmara com a inclusão de crimes por abuso de autoridade e remetido ao Senado, retornasse à Casa inicial e recomeçasse da estaca zero, com o texto original que recebeu apoio popular.
Na prática, a ordem suspende toda a tramitação pela qual o projeto de lei já passou e exige que a Câmara adote o rito previsto em seu regimento interno para propostas de iniciativa da população. O projeto idealizado pelo Ministério Público chegou ao Legislativo subscrito por mais de 2 milhões de assinaturas, mas foi apresentado oficialmente ao Congresso por um grupo de parlamentares.
O ministro decidiu que toda a tramitação estava viciada por não ter sido feita sob o procedimento definido para projetos de iniciativa popular. Segundo ele, nesse caso, ficam vedados “emendas e substitutivos que desfiguram a proposta original para simular apoio público a um texto essencialmente distinto do subscrito por milhões de eleitores”, embora não seja proibido que os parlamentares apresentem projetos próprios para serem apensados.
Por isso, Fux determinou que a matéria retorne à Câmara, para adotar o procedimento que o ministro considera correto para tramitação de projetos de iniciativa popular. O tema teria que ser votado em Comissão Geral no plenário com orador para defender o texto, entre outras regras.
O Globo

Nove anos e R$ 239 milhões depois, fábrica do Butantan nunca funcionou

Rogerio Cassimiro/Folhapress
A fábrica inacabada está localizada no canto direito da foto, logo em frente à caixa d'água cilíndrica
A fábrica inacabada está localizada no canto direito da foto, logo em frente à caixa d'água cilíndrica
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Em 2008, o Instituto Butantan começou a construir o que seria a primeira fábrica de derivados de sangue no país –um dia histórico nas palavras do então governador José Serra (PSDB/SP).
Nove anos e R$ 239,4 milhões em verbas públicas depois, nenhuma única gota de plasma foi processada ainda na instalação, hoje um grande "elefante branco".
Com cerca de 10 mil metros quadrados, a unidade deveria estar funcionando desde 2010, produzindo medicamentos importantes, hoje importados, para o tratamento de doenças como hemofilia e Aids.
À época, o governo de São Paulo, ao qual o instituto é vinculado, tinha a expectativa de que 150 mil litros de plasma fossem processados anualmente na planta.
"A fábrica será construída mesmo que os recursos partam exclusivamente do tesouro estadual", afirmou Serra na assinatura do contrato. "A gente sabe que aqui no Butantan qualquer investimento dá certo", declarou.
A história, no entanto, mostra que nem tudo funciona tão bem assim por lá. Auditoria obtida pela Folha revela que houve erros de planejamento no projeto e que, para a fábrica entrar em operação, será necessário gastar mais R$ 437,6 milhões.
A atual direção do instituto diz que o valor passa por revisão e que será menor.
ERROS
O principal erro encontrado pela Colorado Consultoria Contábil, que a pedido do governo analisou a situação do instituto presidido pelo imunologista Jorge Kalil, é pueril: a falta de matéria-prima.
Segundo a auditoria, R$ 239,4 milhões foram gastos sendo que até hoje "não foi equacionado o acesso do Butantan ao plasma para fracionamento", o que impede o prosseguimento do projeto.
O país produz, a partir da doação voluntária de sangue, cerca de 400 mil litros de plasma em condições de utilização terapêutica. A lei impede que o plasma a ser processados seja comprado.
Pelo acordo do Butantan com o governo federal, o instituto só pode ter acesso ao que exceder ao suprimento da Hemobras (empresa da União, localizada em Pernambuco), estipulado em 500 mil litros/ano.
Ou seja, como não havia (e nem há ainda hoje) matéria-prima garantida para o Butantan, a montagem da fábrica foi paralisada em 2010.
Com isso, equipamentos comprados há mais de seis anos estão guardados e, segundo a auditoria, "desconhece-se o seu estado operacional visto que, neste intervalo, não foram realizadas inspeções ou manutenções".
O Butantan alega que o governo federal havia se comprometido a fornecer o plasma necessário quando a fábrica entrasse em operação, mas depois passou a priorizar a Hemobras.
Outro problema, de acordo com a auditoria, decorre do fato de que o instituto optou por utilizar uma tecnologia inovadora, mas que nunca fora implementada em larga escala em lugar algum. A capacidade de processamento dessa tecnologia, afirma o documento, é inferior à necessidade do país.
A empresa que examinou o Butantan entende que outra grande deficiência do projeto foi o aspecto econômico-financeiro. "Não foram apresentados estudos de viabilidade, o que leva à dúvida se foram feitos", diz. "Se foram, certamente não foram feitos de forma profissional."
OUTRO LADO
A direção do Instituto Butantan, órgão ligado ao governo paulista, afirma que são boas as perspectivas de um acordo com a União para a disponibilização do plasma, sem o qual a fábrica não terá como entrar em operação.
O valor para o término das obras, calculado em R$ 437,6 milhões pela auditoria contratada pelo governo Geraldo Alckmin (PSDB), está sendo revisto, segundo o instituto. "Será inferior", afirmou a direção do Butantã, em nota.
O instituto, que considera a fábrica imprescindível, dado que o Brasil depende ainda hoje de importações para o tratamento de hemofílicos, afirma, no entanto, não ter uma nova previsão para o início da operação. Quando o projeto foi anunciado publicamente pelo então governador Serra, a data era 2010.
O instituto diz que não procede a crítica feita pelos auditores à capacidade de processamento de plasma da fábrica. "A planta tem capacidade teórica de processar 200 mil litros/ano, mas pode ser expandida num curto prazo para 500 mil litros/ano." 


Futebol é o esporte favorito de 49,6% dos brasileiros, diz pesquisa; vôlei vem em seguida


 Ricardo Botelho
O futebol brasileiro não anda lá muito bem das pernas, mas continua de longe o esporte preferido no país.
Uma pesquisa nacional inédita feita pela Paraná Pesquisas em 26 estados na semana passada constatou que 49,6% dos brasileiros cravam o futebol como o esporte preferido.
Depois, a quilômetros de distância, aparecem o vôlei (9,4%), natação (4,4%), atletismo e MMA (ambos com 1,8% da preferência), o basquete (1,7%) e o tênis (1%).
LAURO JARDIM


04 ônibus foram incendiados na noite deste domingo em Cerro Corá/RN


A cidade de Cerro Corá que já não é mais uma pacata cidade do interior, ficou a terrorizada na noite deste domingo(20), por volta das 23:15 bandidos atearam fogo em 04 ônibus sendo 03 do Programa Caminho da Escola e 01 Micro Ônibus escolar, estes ônibus e toda a frota de veículos da prefeitura no período da rebelião em Alcaçuz, quando se pregou um terror no RN, foram remanejados para o estádio de futebol do município, e  a prefeitura contratou vigias.
Quando as coisas se acalmaram foram todos levados para o pátio do complexo entre a escola municipal Belmira Viana e o Centro da Terceira Idade Manoel Bezerra no bairro Tancredo Neves, mais segundo informações apenas um vigia estava no local, só que na parte da frente e os bandidos atearam fogo pela parte de trás do local.
Um fato chamou a nossa atenção,que não estamos mais tendo ondas de ataques no estado, isso leva a crer que tenha sido um ato de vandalismo, a policia esteve no local e está apurando os fatos, Cerro Corá assim como muitas cidades pequenas do estado não dispõe de brigada de incêndio.
Prejuízo para a educação, lamentável.
DO BLOG DO DJ AILDO

VÍDEO: Delação detalha ligação de Eduardo Cunha, Henrique Alves e Geddel Vieira Lima com corrupção na Caixa

Fantástico veiculou na noite deste domingo, com exclusividade, à delação premiada do empresário Alexandre Margotto, ligado a Lúcio Bolonha Funaro, que é apontado como operador financeiro do ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha, hoje preso na Operação Lava Jato.
Esta delação, que foi homologada pelo juiz Vallisney Oliveira, da 10ª Vara Federal de Brasília, revela mais detalhes sobre a suposta ligação do ex-ministro Geddel Vieira Lima com um esquema de corrupção na Caixa Econômica Federal. Revela também o susposto envolvimento do empresário Joesley Batista, dono do grupo J&F, com as operações irregulares no banco. O delator também confirmou ao juiz que 80% da propina do dinheiro desviado da liberação do dinheiro do trabalhador brasileiro, o FGTS, para financiamento de empresas ficava com Eduardo Cunha que repassava para Geddel Vieira Lima e para o ex-deputado Henrique Eduardo Alves.
Assistam a reportagem do Fantástico:

Henrique Alves se diz surpreso com mais uma denúncia envolvendo seu nome de forma absurda, leviana e mentirosa


O ex-deputado Henrique Alves se posicionou sobre mais uma reportagem que o envolve em desvios de dinheiro público, desta vem em relação a reportagem do Fantástico:
Segue:

10 investigados na Lava Jato vão sabatinar de Alexandre Morais para o STJ

A Comissão de Constituição e Justiça do Senado realiza nesta terça-feira a sabatina de Alexandre de Moraes. A presença de dez investigados da Lava Jato na composição do colegiado transforma a arguição do candidato de Michel Temer a ministro do Supremo Tribunal Federal numa espécie de teatro de bonecos —do tipo em que o boneco é manipulado por pessoas vestidas de preto dos pés à cabeça. A plateia sabe que os manipuladores estão em cena. Mas convencionou-se que todos devem fingir que eles são invisíveis, em nome do bom andamento do espetáculo.
O teatro do Senado é muito parecido com o original. A diferença é que, na apresentação genuína, a presença dos manipuladores de preto é enfatizada. Quem assiste sabe que a cumplicidade do fingimento é parte show. No palco presidido pelo investigado Edison Lobão, o impensável, os manipuladores querem que você acredite que eles não estão lá. Mais: eles desejam que você creia na independência do boneco. Pior: querem te convencer de que o boneco é, na verdade, um personagem providencial. O teatro de mentirinha é bem mais honesto e verdadeiro.
JOSIAS DE SOUZA

domingo, 19 de fevereiro de 2017

Mega-Sena acumula e pode pagar até R$ 22 milhões no próximo sorteio

A aposta simples do concurso da Mega-Sena custa R$ 3,50 e pode ser feita em qualquer uma das 13 mil lotérica do País
A Caixa Econômica Federal sorteou na noite deste sábado (18), na cidade de Lagoa da Prata, em Minas Gerais, as dezenas do concurso 1.904 da Mega-Sena, mas ninguém levou o prêmio principal. Confira os números:

12 – 15 – 18 – 21 – 51 – 56

Mesmo sem nenhum vencedor na sena, 82 sortudos levaram R$ 20.742,50 cada pela quina, e 4.003 apostadores conseguiram R$ 607,00 com a quadra. De acordo com a Caixa, o próximo sorteio da Mega-Sena vai ser realizado na terça-feira (21) e pode pagar prêmio de R$ 22 milhões.
Para participar, é necessário realizar uma aposta mínima de R$ 3,50 em qualquer uma das 13 mil lotéricas espalhadas pelo País. Clientes Caixa também podem entrar no sorteio pela internet, utilizando o Internet Banking Caixa. O serviço funciona das 8h às 22h, exceto em dias de sorteio, quando as apostas se encerram às 19h, retornando às 21h para o concurso
IG